Aqui não se extingue a mente, não há razão para se parar, há vida constante na maçã, não há necessidade alguma desse psicodelismo atual, é o anacronismo surrealista, perpétuo em cada um, não existem barreiras entreo real e o irreal, instintivamente percorre as veias da sociedade, sem um ruído sequer, subversivo e eminente, como ele já tenha sido. Aqui fora só há vontade e instinto, é deles cada movimento, cada olhar de admiração, aqui somos apenas escravos do desejo, não somos brisa, não somos mar, comemos maçã e não entramos em uma maçã, mas ela está lá, é o reflexo da "beleza humana", beleza animal.
Apenas uma reflexão pessoal sobre a poética surrealista e o instinto humano....
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